sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Delicioso QuickVacum

O nosso jantar num dia falho de paciência:




Descasquei as batatas e cozi-as «normalmente» com sal, duas folhas de louro e dois dentes de alho descascados, tendo o cuidado de as não deixar ficar muito moles.

Entretanto, numa taça à parte, misturei muito bem 5 tomates secos partidos aos bocadinhos com 4 colheres de sopa de pesto.

Escorri as batatas e coloquei-as num tabuleiro de ir ao forno, espalhando-as de forma a não se sobreporem. Juntei-lhes a mistura de pesto e tomate e dei-lhes um fio de azeite para ficarem estaladiças. Passaram 15 minutos no forno a 250ºC.

Entretanto, grelhei na chapa uns bifinhos do lombo, só com sal. Quando grelho, costumo ter em conta que:

• a temperatura da chapa é importante — eu gosto de a ter já um bocado quente quando começo a grelhar;

• o bife deve estar razoavelmente «seco» quando vai grelhar — nada de águas de descongelamento;

• pessoalmente, gosto de escaldar na chapa durante uns segundos as quatro faces mais extensas — sim, estou a incluir as duas laterais no sentido do comprimento... pelo menos! — do bife antes, sequer, de o salgar... a ideia é selar a carne tanto quanto possível, de modo a que se possa manter bem suculenta;

• depois salgo-o de ambos os lados — primeiro de um... viro-o... salgo o outro lado... viro novamente... e já está. Todo o acto de grelhar, comigo, é rápido. A carne não passa mais de 2 ou 3 minutos na chapa. Sim, sou fã do bifinho meio cru por dentro, a desfazer-se em sumos deliciosos...

• depois de grelhados, os bifes descansam, tapados, durante meia dúzia de minutos — o tempo de os sucos se espalharem de forma equilibrada pela carne. Por fim, serve-se. Está feito.

Enquanto a carne repousava, cortei uns tomates em quartos, salguei-os e juntei-os aos pratos. Sempre achei... achámos que lhes dá um muito bem-vindo toque de frescura.

Foi com a pinga do post que se segue.