domingo, 24 de abril de 2011

Domingos Soares Franco, Colecção Privada — Verdelho '2009

Até ver, passei o dia de hoje a fazer coisas porreiras. "You die. She dies. Everybody dies."Heavy Metal, via XEvil.

Quanto ao vinho, cem por cento Verdelho — não Gouveio, Verdejo, como em Rueda — de vinhas novas, fermentou em inox e foi engarrafado sem passagem por madeira.

Bastante cor, citrina, com traço tirante a verde. Aroma simples, limonado, com notas de chá verde e maracujá, contido, relativamente austero e muito menos intenso que aquilo de que estava à espera. Na boca, o sabor seco, suave, com ligeiro amargor, confirmou o apresentado ao nariz. A acidez, apesar de pouco evidente, conseguiu sempre equilibrar o conjunto. Bonito, sem dúvida. Ainda assim, se tivesse de o descrever em apenas uma palavra, provavelmente escolheria neutro — a observação vale o que vale. Final médio/curto.

Bebeu-se sozinho e com queijo Brie. Parceria clássica, que não poderia ter corrido mal.

9€.

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