segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Barão de Vilar — "Statement" 20 Anos

Engarrafado em 2016.

Tive oportunidade de o beber em simultâneo com o vinho do post anterior e fiquei com a ideia de se tratar de um "rebrand" dele, apresentado com um preço de venda ao público — pelo menos no LIDL — ainda menor.

Verdade: abri uma garrafa, depois a outra, verti porções semelhantes para dentro de cálices iguais, cheirei e bebi.

Com e sem bolo, em mais que uma ocasião, em mais que um dia. E não percebi qualquer diferença relevante entre eles (um ano em garrafa, para um tawny destes, não é nada, desde que bem guardado).

Pessoalmente, sou daqueles que acreditam que quando algo parece bom de mais para ser verdade, deverá existir, oculto, algum motivo de alerta. Mas, enquanto consumidor, ainda não percebi "where's the catch".

Prefiro este tipo de vinho com bolos de frutos secos, mas também me tenho fartado de os beber a acompanhar castanhas, que preparamos de forma muito simples:

Cada aquénio leva um corte transversal, profundo, a meio. Imergem-se depois em água fria, saturada de sal, ou quase, por uns momentos, e levam-se ao forno, em tabuleiro pré-aquecido, a 210ºC, com mais umas pitadas generosas de sal por cima.

Quando assadas, e aí a cor que tomam diz tudo, deixam-se arrefecer um pouco, envoltas num pano, e estão prontas.

14€.

17,5