domingo, 6 de maio de 2018

O Open Internacional Queima das Fitas '2018 decorreu em Coimbra, entre 27/4 e 1/5/2018. Impecavelmente organizado pela SXAAC, foi jogado, como já se tornou habitual, no Hotel D. Luís.

Depois do resultado manhosito do ano passado, voltei lá, mas num registo menos escaquístico e mais de passeio. Pedi dois "byes", dos bons — são aqueles que valem o mesmo que um empate, sem ter de jogar — para a segunda e quarta rondas, o que me permitiu ter um já muito ansiado "fix" de clássicas, sem exagerar: uma partida por dia, ao anoitecer, sabe bem e não farta.

Este ano não há crónica detalhada das cinco rondas que joguei. Esta merda é basicamente para mim e não me apetece. Não obstante, no espírito do marreta que publica a sua caderneta pessoal de cromos de beber, para que o pontual visitante possa apreciar a fixeza da minha vida, e também para que eu me possa lembrar quando, daqui a uns tempos, tiver apagado as fotos e as partidas, ou espetado com elas num DVD entretanto perdido algures, aí ficam uns pós.











Base em Quiaios. Onde mais? A praia, deserta, com uma luz espectacular. Não existiu no jogo da primeira ronda nada passível de comentário e não joguei na segunda. Estando seguro de que não ia escrever sobre ela, não sabia, no entanto, o que ligar aqui a respeito da questão dos "byes". Então perguntei ao Google e acabei colado a esta discussão, o que a tornou boa o suficiente para ocupar o lugar.

Perdi o terceiro jogo, talvez o mais engraçado de todos os que fiz:



E voltei a não jogar na quarta sessão. A Bogueira lá estava, com chuva e árvores caídas. A quinta jornada foi no Domingo, 29/4. Fiz um jogo mau pra xuxu, que, de alguma forma, consegui ganhar.









Antes da penúltima sessão, leitão assado numa feira medieval — A S mexeu na cabra e na ovelha — e os montes! Inevitavelmente, como tinha mesmo, mesmo de ser! um pouco de Vale de Canas. Deixei lá um bocado da alma. Um bocado grande. O jogo, sem ser nada de especial, escapou.



A última ronda foi às 3 da tarde do dia 1/5. Uma última barrigada de sushi, no shopping. Com chá verde, doce, iec. O meu adversário, Manuel Pedro, secretário-geral da FIDE para Angola. "Não me ganhas!" Mas a dada altura, com uns etéreos por peão, pensei que me ganhava mesmo!









Acabou por não correr mal, empatámos. Afinal, aquele peão também não era assim tão perigoso. No fim, fiquei em 31º lugar, entre 119 participantes, com 4,5 pontos em 7 (ou 3,5 em 5, que foram os jogos que fiz: uma derrota, um empate e três vitórias). Meh. A ver se para o ano há mais.