Anteontem comemos piza. Comemos uma piza que adoro, cheia de derivados de porco e pimento verde, com muitíssimos orégãos e queijo.
Piza. Em bom português, com um só "z". Verdade! Senão, vejam:
piza, subst. feminino, do italiano pizza,
iguaria de origem italiana, de forma arredondada e achatada, feita com uma base de massa de pão, coberta por camadas de tomate, queijo, anchovas, presunto, ou um grande número de outros ingredientes e que é temperada com orégãos, tomilho, etc.
Cortesia dos senhores da PRIBERAM.
Mais uma coisa antes de começarmos: vejam só este link. Tantas coisinhas giras que dá jeito saber sobre a farinha.
Pizemos, então.
Primeiro fiz a massa. Levou:
400g de farinha de trigo t65;
200ml água;
4 colheres de sopa de azeite;
10/15g de fermento de padeiro;
meio dente de alho, finamente picado;
2 colheres de chá bem cheias de sal.
Amassei-a na máquina de fazer pão, sem deixar levedar, para ser mais fácil de estender. Só depois de a estender e lhe dar forma, neste caso, um grande e tosco círculo, a deixei crescer um pouco antes de a cobrir, já no tabuleiro em que a dita foi ao forno, previamente coberto com um bom fundo de azeite.
Ora, cobri a base com uma camada generosa de massa de tomate, daquela pré-embalada, que eles dizem que só leva tomates maduros esmagados e, talvez, um pouco de antioxidante, e polvilhei com orégãos. Juntei uma fina camada de chourição, apenas 6 fatias finas, já que não queria que o seu sabor intenso se sobrepusesse a todos os restantes, e, por cima, muitos cubos, pequeninos, de fiambre. Cobri tudo com 4 fatias de bom queijo mozzarella, voltei a polvilhar com orégãos e tapei tudo com uma camada espessa de mozzarella ralado, cogumelos e pimentos, verdes e vermelhos, cortados aos bocadinhos.
A piza foi cozida num forno eléctrico (é o que há...) a 250ºC, com ambas as resistências ligadas e recirculação de calor, mas mais perto da resistência de baixo — para cozer a massa da base sem queimar o queijo — talvez durante 30 minutos.
Piza. Em bom português, com um só "z". Verdade! Senão, vejam:
piza, subst. feminino, do italiano pizza,
iguaria de origem italiana, de forma arredondada e achatada, feita com uma base de massa de pão, coberta por camadas de tomate, queijo, anchovas, presunto, ou um grande número de outros ingredientes e que é temperada com orégãos, tomilho, etc.
Cortesia dos senhores da PRIBERAM.
Mais uma coisa antes de começarmos: vejam só este link. Tantas coisinhas giras que dá jeito saber sobre a farinha.
Pizemos, então.
Primeiro fiz a massa. Levou:
400g de farinha de trigo t65;
200ml água;
4 colheres de sopa de azeite;
10/15g de fermento de padeiro;
meio dente de alho, finamente picado;
2 colheres de chá bem cheias de sal.
Amassei-a na máquina de fazer pão, sem deixar levedar, para ser mais fácil de estender. Só depois de a estender e lhe dar forma, neste caso, um grande e tosco círculo, a deixei crescer um pouco antes de a cobrir, já no tabuleiro em que a dita foi ao forno, previamente coberto com um bom fundo de azeite.
Ora, cobri a base com uma camada generosa de massa de tomate, daquela pré-embalada, que eles dizem que só leva tomates maduros esmagados e, talvez, um pouco de antioxidante, e polvilhei com orégãos. Juntei uma fina camada de chourição, apenas 6 fatias finas, já que não queria que o seu sabor intenso se sobrepusesse a todos os restantes, e, por cima, muitos cubos, pequeninos, de fiambre. Cobri tudo com 4 fatias de bom queijo mozzarella, voltei a polvilhar com orégãos e tapei tudo com uma camada espessa de mozzarella ralado, cogumelos e pimentos, verdes e vermelhos, cortados aos bocadinhos.
A piza foi cozida num forno eléctrico (é o que há...) a 250ºC, com ambas as resistências ligadas e recirculação de calor, mas mais perto da resistência de baixo — para cozer a massa da base sem queimar o queijo — talvez durante 30 minutos.
Ei-la!

