Desde miúdo que conheço o bolo de mel, mas fazia já algum tempo que não lhe metia o dente. Há dias, encontrei aqui uma receita que me pareceu engraçada. Fez-se, comeu-se, e logo deixou saudades.
Era preciso fazer mais. Para não se estar a repetir, modificámos as proporções de alguns ingredientes. Passado um bocado — e aqui terei de confessar, imerso em vergonha, que foi o tempo de se jantar — estava pronto a comer. Outro retumbante sucesso.
Dos dois, não consigo dizer qual me soube melhor. Ela, essezinha, idem. Ora, julgai vós, então, se assim vos aprouver.
Era preciso fazer mais. Para não se estar a repetir, modificámos as proporções de alguns ingredientes. Passado um bocado — e aqui terei de confessar, imerso em vergonha, que foi o tempo de se jantar — estava pronto a comer. Outro retumbante sucesso.
Dos dois, não consigo dizer qual me soube melhor. Ela, essezinha, idem. Ora, julgai vós, então, se assim vos aprouver.
I — O bolo de mel da avó da Paulina M.
9 ovos;
250g de farinha;
250g de açúcar;
1dl de azeite;
1dl de mel;
1 colher (de chá) bem cheia de fermento;
raspas de limão, q.b.
Misture as gemas com o mel, o azeite e as raspas de limão. Bata as claras bem batidas com o açúcar (como para suspiros). Junte tudo, deite a farinha e envolva. Ponha numa forma bem untada e leve a forno esperto.

II — O sucessor que cá lhe arranjámos.
5 ovos;
125g de farinha;
100g de açúcar;
1dl de mel;
½dl de azeite;
2 colheres (de chá) de fermento;
raspas, muito finas, de 1 limão.
Prepara-se da mesma forma que o precedente. Passou à volta de 50min no forno, até começar a dourar e se desprender um pouco das paredes da forma.
Notas:
• Segundo o livro de Raimundo de Oliveira intitulado «Coisas de Minas: A Culinária Dos Velhos Cadernos», ISBN 8598694088, 9788598694085 para quem quiser, ao fogo ou forno dito esperto (ou regular), equivale uma temperatura à volta dos 180ºC.
• Foi utilizado mel de urze-queiró da Malcata. Por acaso, descobri no rótulo que o produtor tem uma página web. Aí fica.
• Tivemos de reduzir a segunda receita para metade porque somos só dois, e só humanos...
Notas:
• Segundo o livro de Raimundo de Oliveira intitulado «Coisas de Minas: A Culinária Dos Velhos Cadernos», ISBN 8598694088, 9788598694085 para quem quiser, ao fogo ou forno dito esperto (ou regular), equivale uma temperatura à volta dos 180ºC.
• Foi utilizado mel de urze-queiró da Malcata. Por acaso, descobri no rótulo que o produtor tem uma página web. Aí fica.
• Tivemos de reduzir a segunda receita para metade porque somos só dois, e só humanos...
