O penúltimo a ser aberto e, provavelmente, a estrela da noite —Aparte a puta da vizinha que tem a mania de se armar em boa cidadã, mesmo que isso implique levantar-se de propósito para chatear quem não deve —
No princípio, tracinho de cheiro lêvedo, acompanhado de sugestões meladas e ensanguentadas, envolvendo a fruta — Que, contudo, rapidamente se torna a peça central do vinho — Passas meladas e fumo — Fundo a fazer lembrar Ceregumil —
Também muito bom na boca — De corpo mediano, fresca e macia q.b., com o carácter do Castelão a sobressair — Pouco doce — Final de comprimento modesto, mas muito agradável —
Em vez de continuar a mastigar palavras à volta do que realmente interessa, o termo definidor, aqui, é integração —
Sim, o que torna este vinho interessante é a forma como os seus diversos elementos se combinam, cada um mantendo a sua individualidade, mas sem que isso impeça que se forme um conjunto cheio de sentido —
8€ —
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