"Um vinho de lote, proveniente das quintas associadas à empresa, distribuídas pelas três sub-regiões da região demarcada do Douro", nas palavras do produtor. Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca. Circunspecto, algo verde e duro, mau grado a franqueza com que se deixou beber. De relevar alguns bons apontamentos de frutos silvestres, também em compota, a par de cacau e especiarias, químico pesado, alcatrão, e fumo. Na boca, frescura e rugosidade. Manteve o estilo do seu antecessor de 2005, mas estará um furo acima dele.Bebi-o com pernil fumado, primeiro cozido, depois levado ao forno com acompanhamentos vários. Algo mais ou menos assim. E o conjunto, de facto, não desiludiu.
7€.
15,5
