Varietal Alfrocheiro da Coop. Agrícola de Granja, estagiado durante um ano em barricas de carvalho francês.Foi vertido directamente da garrafa, a acompanhar peito de frango panado, com batatas fritas e molhos vários.
Para um deles, juntaram-se dois dentes de alho, picados, a um pouco de sumo de lima, azeite e alguma maionese. Mexeu-se e foi para a mesa.
Para outro, descaroçaram-se umas azeitonas que depois se cortaram em rodelas finas e se misturaram com maionese e um pouco de azeite.
Outros ainda foram comprados.
O vinho, maduro e fino, com montes de cheiro a amora preta e uma mineralidade muito particular. Madeira, quase não senti.
Sem grande potência ou complexidade, transmitiu em expressão correcta o lado delicado da casta. Bonito e inequivocamente original, deixou, no entanto, que o dono o bebesse pacificamente, quase sem pensar. E isso só pode ser bom.
Doze horas depois, servido num balão maior e mais bojudo, tipo Borgonha, mostrou-se ainda mais doce. Mais flores, mais ameixa, mais compota. Em termos de carácter, no entanto, praticamente igual.
Empurrou, então, caldo verde e broa de chouriço.
8€.
15,5
