A edição de 2012 do sucessor do histórico "Tinto Velho José Mª da Fonseca"! O último representante do que esta quinta faz a aparecer por estas bandas foi da colheita de 2011, consumido bastante mais jovem, em 2013: notas aqui.72% Syrah, 22% Touriga Nacional e 6% Castelão, estagiou, oito meses, em carvalho francês. Tal como o do post anterior, logo depois de aberto, funk. Brettanomyces, provavelmente, e fiquei na dúvida se "do bom" ou "do mau".
Mas, após meia dúzia de horas num decantador — meia garrafa, do almoço para o jantar —, pareceu-me consideravelmente mais limpo.
Ademais, fruta do bosque, indistinta, mais terrosa e preta que doce e vermelha — amora silvestre terá sido a única que percebi claramente — perpassada de tosta e resina: madeira.
De paladar seco e corpo elegante, para não dizer delgadito, é, no entanto, concentrado quanto baste. E termina razoavelmente longo, acacauzado.
Giro e bom, enfim, mas só após basto arejamento.
9€.
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